QUE AS ALEGRIAS DO NATAL FAÇAM PARTE DO ABRAÇO QUE CADA UM FOR DAR E RECEBER.
QUE A HOMENAGEM A QUEM NASCEU NESTE DIA, SEJA SINCERA E NÃO ESQUEÇAMOS QUE ELE NOS GUIA E NOS PROTEGE. SEMPRE.
ABRAÇOS A TODOS OS AMIGOS E COMPANHEIROS DE JORNADAS ANTIGAS E ATUAIS.
DESEJOS DA TURMA DO BLOG MEDIANEIRA 73.
PAZ NA TERRA AOS HOMENS DE BOA VONTADE.....
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
MEDIANEIRANDO 2

O "caboclo"da foto ao meu lado, é o Marco Bassetti, na época chamado de Marquinho, companheiro de todos nós, mesmo formado em 1974.
De lá para cá, além de grande amigo, tornou-se compadre e além de compadre, companheiro de histórias, de vida, de trabalhos, de risadas e de momentos sérios.
Amigo de todos, conhecido de todos, Marco continua, até hoje, presente em todos os acontecimentos que reúnem amigos do Medianeira.
E como se diz, continua Medianeirando.......
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
RESUMINDO
O ano era 1971.
As calças eram boca-de-sino e mediam em torno de 40 cm.
Os jeans tinham emendas na altura das canelas, com tecido diferente do jeans mesmo.
Os cabelos beiravam os ombros, mesmo a contra-gosto do Padre Paulo.
E este, completava um ano no comando do colégio. Em 1970, ele assumiu e viu a primeira turma de meninas do colégio.
Entre elas, uma morena de cabelos lisos, rosto angelical, lábios carnudos e pernas finas, mas elegantes. Reginil. Pra quem viu, viu.
Padre Paulo chegou e nos aplicou uma boa: cara de brabo, pinta de severo, pulso firme, mas antes de tudo, um bom amigo. Ao menos é a imagem que temos hoje, em pleno 2009.
Mas voltando a 1971, os padres resolveram fazer 3 primeiros-científicos.
No A ficavam somente"os maus elementos", segundo disse Padre Paulo no primeiro dia de aula. E no B e no C, alunos e alunas, dando início a uma convivência inédita para nós, que vínhamos desde o primário somente entre nós, homens, mas de vez em quando, olhando para as meninas do Esperança.
Que esperança!!!!
No A, em 71, Jayme, eu, Pimpão e Baggio(que era repetente), fazíamos das nossas, mas não muitas, a não ser quando a coisa pegava mesmo, como nas aulas do Lalau, inesquecíveis.
E nas aulas do Professor Reichem(Inglês), pois quem não levava o livro, tinha que sair da sala.
E existia um livro na mesa dos professores, onde se anotava de tudo.
Exclusão de aula, Jayme foi campeão no ano de 71, seguido por mim e pelo Pimpão.
Motivos bobos, coisas banais, mas eram pretextos para sairmos da sala.
Mas sempre vinha a hora do recreio, onde podíamos fumar abertamente, desde que mantida a educação. Era o fim do cigarro "no saco" ou na meia, fumar no banheiro e tudo o mais, mas algumas meninas ainda fumavam no banheiro.
E naqueles idos de 1971 muitas coisas aconteceram em nossas vidas, que provocaram mudanças e observações.
Frater José(depois Padre), o Lorenzatto, reunia uma equipe de alunos para saber o que os outros alunos diziam, como se comportavam e o que comentavam. Era uma tentativa de formar delatores, acho, pois além disso, não vi pra que isto poderia servir. Mas, até onde sei, ninguém nunca disse nada, ao menos daqueles que eu soube que participavam.
Padre Paulo fiscalizava nossas vidas das sete da manhã às onze da noite.
Um belo dia, ele ligou para minha casa, falou com minha mãe e perguntou a ela o que eu fazia na rua às 11 da noite. E ela perguntou pra ele o que ele fazia na rua naquele horário.
Acampamentos, somente com a aprovação dele.
Eu estava mal de notas em 71, segundo semestre e fui escalado para ir a um acampamento. Chega na hora de embarcar, ele resolveu que eu não iria.
Chamamos todos os nossos pais(e eram muitos), ele argumentou e eu não fui.
Os outros foram, mas eu fiquei.
O homem era fera.
Ao mesmo tempo, fazíamos coisas banais logo abaixo do nariz dele e ele não percebia, ou fazia que não percebia.
Uma manhã, quando as salas do científico passaram para o pavilhão novo, em cima da cantina, Ermenegildo escondeu as chaves do bloco. Lá pelas sete e meia, todos os alunos na parte de fora e ninguém dentro das salas de aula.
O Padre Paulo bufava, espumava, até que alguém da administração apareceu com a cópia da chave do bloco novo e todos nós entramos em sala.
Mas valeu pela irritação causada.
Afinal ,era este nosso objetivo daqueles tempos.
E tem histórias, muitas.
Se todos colaborarem, poderemos montar aqui uma série.
Enviem seus emails e colaborem para que nossa memória permaneça viva.
Em cada ponto, um conto.
Abs a todos.
As calças eram boca-de-sino e mediam em torno de 40 cm.
Os jeans tinham emendas na altura das canelas, com tecido diferente do jeans mesmo.
Os cabelos beiravam os ombros, mesmo a contra-gosto do Padre Paulo.
E este, completava um ano no comando do colégio. Em 1970, ele assumiu e viu a primeira turma de meninas do colégio.
Entre elas, uma morena de cabelos lisos, rosto angelical, lábios carnudos e pernas finas, mas elegantes. Reginil. Pra quem viu, viu.
Padre Paulo chegou e nos aplicou uma boa: cara de brabo, pinta de severo, pulso firme, mas antes de tudo, um bom amigo. Ao menos é a imagem que temos hoje, em pleno 2009.
Mas voltando a 1971, os padres resolveram fazer 3 primeiros-científicos.
No A ficavam somente"os maus elementos", segundo disse Padre Paulo no primeiro dia de aula. E no B e no C, alunos e alunas, dando início a uma convivência inédita para nós, que vínhamos desde o primário somente entre nós, homens, mas de vez em quando, olhando para as meninas do Esperança.
Que esperança!!!!
No A, em 71, Jayme, eu, Pimpão e Baggio(que era repetente), fazíamos das nossas, mas não muitas, a não ser quando a coisa pegava mesmo, como nas aulas do Lalau, inesquecíveis.
E nas aulas do Professor Reichem(Inglês), pois quem não levava o livro, tinha que sair da sala.
E existia um livro na mesa dos professores, onde se anotava de tudo.
Exclusão de aula, Jayme foi campeão no ano de 71, seguido por mim e pelo Pimpão.
Motivos bobos, coisas banais, mas eram pretextos para sairmos da sala.
Mas sempre vinha a hora do recreio, onde podíamos fumar abertamente, desde que mantida a educação. Era o fim do cigarro "no saco" ou na meia, fumar no banheiro e tudo o mais, mas algumas meninas ainda fumavam no banheiro.
E naqueles idos de 1971 muitas coisas aconteceram em nossas vidas, que provocaram mudanças e observações.
Frater José(depois Padre), o Lorenzatto, reunia uma equipe de alunos para saber o que os outros alunos diziam, como se comportavam e o que comentavam. Era uma tentativa de formar delatores, acho, pois além disso, não vi pra que isto poderia servir. Mas, até onde sei, ninguém nunca disse nada, ao menos daqueles que eu soube que participavam.
Padre Paulo fiscalizava nossas vidas das sete da manhã às onze da noite.
Um belo dia, ele ligou para minha casa, falou com minha mãe e perguntou a ela o que eu fazia na rua às 11 da noite. E ela perguntou pra ele o que ele fazia na rua naquele horário.
Acampamentos, somente com a aprovação dele.
Eu estava mal de notas em 71, segundo semestre e fui escalado para ir a um acampamento. Chega na hora de embarcar, ele resolveu que eu não iria.
Chamamos todos os nossos pais(e eram muitos), ele argumentou e eu não fui.
Os outros foram, mas eu fiquei.
O homem era fera.
Ao mesmo tempo, fazíamos coisas banais logo abaixo do nariz dele e ele não percebia, ou fazia que não percebia.
Uma manhã, quando as salas do científico passaram para o pavilhão novo, em cima da cantina, Ermenegildo escondeu as chaves do bloco. Lá pelas sete e meia, todos os alunos na parte de fora e ninguém dentro das salas de aula.
O Padre Paulo bufava, espumava, até que alguém da administração apareceu com a cópia da chave do bloco novo e todos nós entramos em sala.
Mas valeu pela irritação causada.
Afinal ,era este nosso objetivo daqueles tempos.
E tem histórias, muitas.
Se todos colaborarem, poderemos montar aqui uma série.
Enviem seus emails e colaborem para que nossa memória permaneça viva.
Em cada ponto, um conto.
Abs a todos.
domingo, 20 de dezembro de 2009
ONDE ANDA VOCÊ?
Muito embora saibamos onde anda cada um de nós, componentes da turma de 1973, seria interessante que os amigos que tem acesso a este blog que enviassem notícias, informações, onde andam, fazem o quê e se tiverem algum causo ou história, que enviem junto.
Com muito prazer, iremos informando a todos as notícias e novidades que por aqui chegarem.
E, ao mesmo tempo, atualizaremos endereços de todos para comunicados de reuniões, festas e acontecimentos, alegres de preferência.
Contamos com vocês.
Com muito prazer, iremos informando a todos as notícias e novidades que por aqui chegarem.
E, ao mesmo tempo, atualizaremos endereços de todos para comunicados de reuniões, festas e acontecimentos, alegres de preferência.
Contamos com vocês.
O AMIGO DE SEMPRE....
Em 13 de dezembro de 2008, nosso amigo Nelson esteve presente no almoço dos 35 anos da turma do Colégio Medianeira.Amigo de sempre, companheiro de estudos e aventuras, frequentador do Bar do Rui, na Vicente Machado nos tempos do cursinho Positivo, alegre, correto, sério, uma pessoa íntegra, acima de tudo.
Nelson faleceu agora em dezembro, em consequência de um câncer descoberto em fevereiro de 2009. Por maiores que foram os esforços da medicina e das orações, Deus chamou-o para sua companhia.
E nós, daqui, faremos sempre um brinde à sua pessoa e ao bom amigo que ele foi desde os bancos do primário.
Descansa em paz, amigo Toniatti.
O ALMOÇO
Dezembro de 1973.
Formatura, festa, alegria, vida solta e prontos para virar mais uma página: vestibular, carreiras, sonhos, projetos.
Fomos todos para onde queríamos, quase em sua totalidade.
Alguns derivaram e alteraram a proposta inicial. Eu, entre estes.
De médico, virei publicitário, professor e escritor(gostaria) nas horas vagas.
Dezembro de 2009.
Alguns aninhos depois, nos encontramos novamente para um almoço na chácara do pai da Rose Trevisan, como eu digo, um pedacinho de terra em São José dos Pinhais. Abençoado, diga-se.
Lá estiveram Roberto Belotti e esposa, Suzana e Celso, Liane, Lidiane, Jacinta, Caio Busato e namorada, Chico Puppi e Dra, Armando Queiroz, Minetto, Claudio Ribas, Heitor Requião, eu e esposa, Sérgio Trevisan, Renato Miró, Paulo Vodianitskaya(?), Rose e marido, Silvinha Araújo, Marise Franzolino, Paulo Macarine(acho que foram estes. Caso tenha esquecido, perdoem).
Na hora do brinde, uma homenagem ao nosso amigo Toniatti que nos deixou e
que deve estar em paz ao lado de Deus. (acima, mensagem postada em homenagem a ele).
Na hora do amigo secreto, um Pai Nosso para manter a tradição do Colégio e surpresas na hora dos presentes.
Alegria, união e, como bem disse o Paulo Vodia, Educação, um traço comum entre os presentes.
Um excelente Porco no Rolete foi servido, com saladas e acompanhamentos de qualidade, além do bom uísque Black And White, com cervejas geladas e refrigerantes para os mais cautelosos.
A lamentar, que o dia termina e com ele o encontro alegre, saudável e animado, que mais uma vez reuniu amigos de trinta e poucos anos.
A todos, Boas Festas e um excelente 2010.
Mas, como de costume, ainda teremos um último encontro, no dia 22.
Daí sim, faremos o texto de final de ano.
Ex-sempre-alunos, mas eternos amigos.
Que assim seja por muitos anos.
Formatura, festa, alegria, vida solta e prontos para virar mais uma página: vestibular, carreiras, sonhos, projetos.
Fomos todos para onde queríamos, quase em sua totalidade.
Alguns derivaram e alteraram a proposta inicial. Eu, entre estes.
De médico, virei publicitário, professor e escritor(gostaria) nas horas vagas.
Dezembro de 2009.
Alguns aninhos depois, nos encontramos novamente para um almoço na chácara do pai da Rose Trevisan, como eu digo, um pedacinho de terra em São José dos Pinhais. Abençoado, diga-se.
Lá estiveram Roberto Belotti e esposa, Suzana e Celso, Liane, Lidiane, Jacinta, Caio Busato e namorada, Chico Puppi e Dra, Armando Queiroz, Minetto, Claudio Ribas, Heitor Requião, eu e esposa, Sérgio Trevisan, Renato Miró, Paulo Vodianitskaya(?), Rose e marido, Silvinha Araújo, Marise Franzolino, Paulo Macarine(acho que foram estes. Caso tenha esquecido, perdoem).
Na hora do brinde, uma homenagem ao nosso amigo Toniatti que nos deixou e
que deve estar em paz ao lado de Deus. (acima, mensagem postada em homenagem a ele).
Na hora do amigo secreto, um Pai Nosso para manter a tradição do Colégio e surpresas na hora dos presentes.
Alegria, união e, como bem disse o Paulo Vodia, Educação, um traço comum entre os presentes.
Um excelente Porco no Rolete foi servido, com saladas e acompanhamentos de qualidade, além do bom uísque Black And White, com cervejas geladas e refrigerantes para os mais cautelosos.
A lamentar, que o dia termina e com ele o encontro alegre, saudável e animado, que mais uma vez reuniu amigos de trinta e poucos anos.
A todos, Boas Festas e um excelente 2010.
Mas, como de costume, ainda teremos um último encontro, no dia 22.
Daí sim, faremos o texto de final de ano.
Ex-sempre-alunos, mas eternos amigos.
Que assim seja por muitos anos.
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